O motivo
Existe um conhecimento que não circula.
Tem coisa que você não aprende em curso. Não porque seja secreta, mas porque ninguém tem paciência de ensinar: só se aprende olhando muita coisa por muito tempo, errando bastante e prestando atenção no padrão.
Eu passei os últimos anos fazendo exatamente isso. Vendo perfis por dentro, testando, quebrando a cara, entendendo por que uma pessoa é ouvida e outra, igualmente boa, não é.
Esse tipo de conhecimento é raro por um motivo chato: quem tem, geralmente cobra caro. E quando cobra caro, ensina para quinze pessoas por ano.
O conhecimento que não é percebido não existe. Isso vale para o que os meus clientes sabem, e vale para o que eu sei também.
O preço
É de graça porque não é disso que eu vivo.
Vou ser direto, porque é o tipo de coisa que costuma ficar mal explicada.
Comunidade não é o meu negócio. Eu vivo de assessoria e de consultoria. É ali que está o meu trabalho pago, e é ali que eu quero o meu dinheiro.
Se eu cobrasse pela comunidade, eu ganharia pouco e criaria uma barreira grande. Entrariam menos pessoas, e as que entrassem entrariam esperando um produto em vez de uma troca. Não é isso que eu quero.
Então a conta que eu fiz foi simples: eu prefiro ajudar cem pessoas de graça a tirar vinte reais de trinta.
Não existe versão paga escondida no fim.
Não existe upsell, não existe "turma avançada".
Se você quiser trabalhar comigo depois, ótimo. Se não quiser, ótimo também.
O prazo
Um mês. E aí eu fecho.
Comunidade que dura para sempre vira grupo parado. Todo mundo já entrou em um: começa aceso, esfria na terceira semana, e seis meses depois é só um ícone no celular.
Eu não quero manter isso vivo à força. Quero quatro encontros com energia alta, entregar o que tenho de melhor, e encerrar enquanto ainda está bom.
Isso significa uma coisa desconfortável e honesta: quem não entrar agora, não entra depois. Não é técnica de venda, é só o formato.
Os encontros
O que acontece nas quatro semanas
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01
Como se enxerga
Por que profissionais excelentes são invisíveis, e o que separa quem é ouvido de quem não é. A base de tudo que vem depois.
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02
Como se traduz
Pegar o que você sabe de mais profundo e devolver numa forma que o outro entenda sem empobrecer o conteúdo.
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03
Como se sustenta
Constância sem improviso. Como montar uma linha de raciocínio que se acumula em vez de recomeçar do zero toda semana.
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04
Como se atravessa
O último encontro é aberto: você traz o seu caso e a gente resolve ao vivo, na frente de todo mundo.
Para quem
Isso é para você se…
Você sabe muito sobre o que faz e sente que isso não aparece.
Você já tentou postar com constância e travou no meio.
Você não quer fórmula pronta, quer entender o raciocínio por trás.
Você prefere quatro encontros densos a seis meses de conteúdo diluído.
E não é para você se está procurando atalho. Aqui não tem nenhum.
A porta fica aberta por um mês.
Você entra, participa dos quatro encontros e leva o que aprendeu. Sem custo, sem compromisso e sem ninguém tentando te vender nada no meio do caminho.
Você fala comigo direto no WhatsApp.
Perguntas
É gratuita mesmo? Qual é a pegadinha?
Gratuita mesmo. Não tem cartão, não tem cobrança no fim, não tem versão premium. Eu ganho dinheiro com assessoria e consultoria. A comunidade é outra coisa.
Quantos encontros e com que frequência?
Quatro encontros ao vivo, um por semana, durante um mês.
Vai ter uma segunda turma?
Não. A comunidade tem duração de um mês e depois é encerrada.
Preciso já ter perfil ou audiência?
Não. Precisa ter algo que você sabe bem e vontade de fazer isso ser percebido.
Se eu perder um encontro?
Tudo bem, mas os encontros funcionam melhor ao vivo, porque parte do valor está nas perguntas que aparecem na hora.
Um mês é pouco tempo. É de propósito.
Prefiro te entregar tudo que tenho em quatro encontros do que te prender num grupo por um ano. Se fizer sentido para você, entra.