O princípio
Eu só falo de coisa em que eu acredito.
Meu trabalho inteiro se apoia numa coisa só: quem me acompanha confia no que eu digo. No dia em que eu recomendar algo em que não acredito, isso acaba, e não tem cachê que pague o prejuízo.
Por isso recuso mais parceria do que aceito. Não por arrogância, por aritmética: a confiança da audiência vale mais que qualquer campanha isolada.
Se eu não usaria, não anuncio. Se eu não indicaria para um amigo, não indico para vinte mil pessoas.
O formato
O que funciona comigo
Parceria de temporada. Presença contínua ao longo de meses, não uma inserção avulsa.
Conteúdo com tese. A marca entra dentro de um raciocínio que já interessa a quem assiste.
Patrocínio de projeto. Série, comunidade ou material que existe com seu nome junto.
Cupom e condição real. Vantagem concreta para quem me acompanha, não desconto de fachada.
Curadoria. Desenvolvimento de produto ou linha editorial junto com a marca.
Os limites
O que eu não faço
Promessa de cura, resultado garantido ou qualquer alegação de saúde sem respaldo.
Roteiro fechado que eu não posso ajustar para a minha linguagem.
Produto que eu não testei.
Exclusividade de categoria sem contrapartida proporcional.
Campanha que peça urgência falsa ou escassez inventada.
Falo para um público que decide sobre a própria saúde. Isso me obriga a um cuidado que nem toda campanha aceita, e tudo bem. Melhor descobrir isso na primeira conversa.
Como começa
Três passos, sem burocracia
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01
Proposta
Você me manda a marca, o produto e o que tem em mente. Quanto mais direto, melhor.
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02
Prova
Eu testo. Se for produto de saúde, testo com calma. Não recomendo o que não conheço.
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03
Desenho
Se fizer sentido para os dois lados, desenhamos o formato, o período e as condições. Aí sim, entra contrato.
Manda a proposta.
Marca, produto, período que você tem em mente e o que espera da parceria. Se não for para agora, fica registrado para quando for.
Marca que patrocina obra entra na história dela.
Ninguém lembra quem pagou o anúncio da semana passada. Todo mundo lembra quem bancou a capela.